sábado, 25 de agosto de 2012

Esse poema deveria ser por imagens
pois ele exige movimento
Vento cabelos braços abertos chuva fina e sorriso
direitos a 25 anos de flash backs e de uma edição enloquecedora
intercalando todas as sensaçoes
Esse poema é para sentir na pele
sentir o cheiro e o toque
e mesmo as vontades e emoçoes
das bochechas doendo de rir ate a mais leve respiraçao ao vento
Da completude ao vazio
Esse poema é um rememorar de uma vida
de momentos antigos e recentes
Das mais profundas e únicas sensações
Vem e me abraça, dança comigo suavemente a noite toda
E novamente me ponha para dormir
agradeço sua presença.
seu sorriso seu toque e seu incrivel olhar que me fez encantar os céus
Me leva as estrelas e me acaricia acaricia minha vida desconexa
E mostra que a linearidade é dos tempos o tempo mais falso
Me descontroe como sempre
Me transforma em areia e me envolva em seu tempo
e deposite me de grao em grao

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Ampulheta

Cai a areia do tempo e sobreponha tudo a tudo
a efemeridade em cada grão
presentes, passados e toda a areia que ainda está por vir

sábado, 4 de agosto de 2012

1‘ Pessoa do Plural

Aprendendo a conjugar

Nós nos conhecemos
Nós nos surpreendemos
Nós ríamos, nós fazíamos caretas, nós mordemos
Nós somos impacientes, nós escovavamos os dentes antes de durmir
Nós adoramos o cisne negro, e aquele filme, argentino que a mulher que a mulher encontrava o wally na cidade! e também do Chino que a vaca caia... até rimos no quero matar meu chefe
Nos odiamos a caixa, detestamos PalmTree entre vários.
Nós podemos suspirar vendo amelie
Nós iamos ao teatro, ficamos com a musica do hamburguer de elefante na cabeça
Nós achamos um saco a peca metidinha a besta da companhia francesa la no raio que o parta e nós saímos no meio
Nós rimos no taxi
Nós não nos cuidávamos direito
Nós eramos um tanto desorganizados e nós adorávamos enrolar na cama
Nos demorávamos na hora de durmir mas enfim conseguíamos nos encaixar
Nós enrolamos tanto que a melona ainda está no freezer, assim como a strega nos copinhos com laminado em cima.
Nós nos alternávamos para lavar a louça
E nós sempre nos permitíamos uma estravagáncia
Nós noa atrasávamos e nós fazemos questão de fazer nossa fantasia, principalmente não indo para o óbvio.
Nós andávamos de bicicleta quando dava vergonha na cara e nós juramos que o ibirapuera não era longe.
Nós bisbilhotavamos nossos faces
Nós sempre nos demos boa noite
Nós gostavamos de ir na praia, apesar do placar não ser tão igual
Nós comiamos escondinho, qua na verdade era gratinado e nós fugiamos de vez em quando do boteco
Nós deixávamos as coisas para última hora
Nós as vezes ficávamos de saco cheio de tudo e de barriga entupidassa
Nós gostávamos de viajar e nós adoramos búzios, nós vimos até uma coruja e tentamos sair sem pagar.
Nos irritava serviço mal feito e nós adoravamos pessoas desconhecidas mas simpáticas
Nós acertávamos nos presentes
Nós ouvimos cartola, titãs, cassia eller, cazuza, ney
Nós com o tempo fizemos até dancinhas esquisitas juntos
Nós bebiamos stella, heineck e procuramos pela rua das pedras o tal do Alexander
Nós temos valores e desejos muito parecidos, nós sempre queríamos ganahr na mega sena, mas isso também quem não quer?
Nós escrevemos, nós gostamos de cachoeira, nós comemos pipoca
continua...

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O vazio é frio e gelado, assim como as lagrimas