quarta-feira, 25 de julho de 2012

A agonia e o grito mudo
Infancia remota e temores e medos remotos
lembranças a tona por uma memoria sensivel
a mesma sensaçao
mesma sensaçao
sensação
que ecoa agonia.
O medo o erro os olhares
Meu silencio
gritos presos que fazem tremer as grandes da minha prisão no peito
E agora ta tudo escuro e o ar quente, quente e frio
e aquela tacardia que não passa
Do passado surge no presente o medo de um eterno futuro
O retorno, o retorno infernal e a falta de habilidade de saber contruir
a carencia de material e o receio do improviso
Não me ensinaram nada de util
E sempre deixem calados os que assim dizem querer ficar
Se acaso toda a tranquilidade fosse uma real paz eterna em meu corpo
a serenidade jaz amassada e engasgada
e tudo sai borrado confuso como tudo que sinto
tremulo o menino reaparece barbado
de forma a ter ainda coração pequeno pelas grandes que impediam seu crescimento
o certo e o errado eram o nome das laminas das tesoras que me podavam
e que apesar de tudo ainda tem a mesma afiação.
a Minha vontade era simplesmente fazer uma fogueira, me aquecer e me aconchegar com a combustão de meus medos.
Não quero enterra-los quero consumi-los antes que me consumam

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