quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Morning suicide

A morte como eterno sono
e o sono eterno em cada manha
que se rompe para o nascer mecanico do trabalho
E sobrevivo as tardes igualando me a um zumbi
alimentando-me de cérebros
Para que tantos se não há vida?
Porque nao consumir meu proprio
ou falta me um?

Nas manhas perdidas
Ficam perdidas tantas outras coisas
tantas outras vidas.

A noite me embriago
E logo cedo com tamanha embriaguez
Perco me as razoes
E tomo minha dose de cianureto



domingo, 11 de dezembro de 2011

As ponte foram caindo
Os castelos envelhecendo
E tudo ficando com um tom sépia e preto e branco
Beleza cristalizada
Sonho cristalizado
Memória de um tempo e espaço já vivenciados
Em um passado aparentemente tão remoto
Que nao sei mesmo se eu já existia