quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Muros

Vago entre a estabilidade e a aventura
Questiono cada passo em falso e cada segundo de rotina
Saio pelas ruas sem rumo, mas volto cedo para dormir
Medito e esvazio a mente no caminho do trabalho
No mesmo, penso em todos futuros possíveis
Nas ruas encontro aqueles das inc´riveis incertezas
E me questiono, Há certeza certa?
O quanto hoje é presente...
E o quanto o amanhã é aquele velho presente, sem surpresas
Filosofo sobre o controle do tempo.
Nosso descontrole
Escrevo poemas sobre rotina e tempo
Mergulho em estranhas paixões profundas
Imaginando que agora encontrei a pessoa certa
Tão certa que me trás inseguranças e incertezas
No abstrato procuro formas
Meu sentimentos tão presos em mim, que as vezes nem se manifestam
Me sinto uma gaiola de mim mesmo
Um pássaro entre dois muros
Tão próximos que não se consegue levantar voo
Os muros invisíveis? Da certeza e da incerteza


Ps. Poemas nos planejamentos diários que quando consigo fazer, quase nunca se conseguem cumprir.

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